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FLORAL É LEGAL !

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" A desconfirmação é o não reconhecimento dos sentimentos da criança, o que pode representar, para ela, a negação da sua identidade, ou seja, a negação dela própria. Não reconhecer, por exemplo, que ela está com medo de escuro: "Não, você não tem medo de escuro". Ou negar seu desejo: "Não, você não quer esse brinquedo."A desconfirmação pode ter sérias repercurssões psicológicas. Por outro lado, r econhecer e aceitar o sentimento ou o desejo da criança não significa encampá-lo ou realizá-lo. Os pais poderão tentar convencê-lo ou demovê-la e, no caso do brinquedo, até não comprá-lo. Mas o importante é reconhecer e aceitar o desejo, repito, MESMO NÃO O SATISFAZENDO." Eduardo Ferreira -Santos - Psiquiatra e psicoterapeuta O modelo de educação infantil tem mudado com o tempo. Aproveitando a reflexão de Eduardo Ferreira Santos, devemos estar atentos para não minimizar o querer da criança, ou seus medos, seus sentimentos, isso pode reflet...

Documentário sobre alienação parental: Uma morte inventada

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CLAUDIO CARVALHO PARA JORNAL A TARDE.

DIREITO AO PAI: PSICANÁLISE E JUSTIÇA A manhã de sol no domingo era esperada para passear na Ponta do Humaitá com minha filha Vic, às margens da Baía de Todos os Santos. Em um desses passeios, sentados nas pedras do quebra-mar, fui interpelado por Vic sobre o que ela seria quando crescesse. Surpreso com a pergunta, respondi, depois de pensar um pouco, que o que ela escolhesse para fazer seria bem feito. Ela retrucou, dizendo que eu falava aquilo porque era seu pai. Não sei se a conversa foi replicada com sua mãe, mas, certamente, e nos melhores dos casos, o diálogo seria diferente. Explico: a função de um pai, dentre outras, é a de sustentar um discurso sobre a criança diferente da fala materna a etiquetar o corpo do pequeno sujeito quando, nos primeiros cuidados, atribui, através de um empréstimo de sentido, palavras às manifestações de choro e desconforto do bebê. Essas antecipações feitas pela mãe são cruciais para a estruturação psíquica do infans (aquele que não fala), m...

A incapacidade de perceber o outro

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Em seu livro sobre ciúmes, Eduardo Ferreira Santos, psiquiatra e psicoterapeuta, fala sobre a sociedade que perdeu a capacidade de perceber o outro. Achei isso tão interessante, mas prefiro tirar o foco da sociedade e falar de pessoas e suas relações pessoais. Existe, verdadeiramente isso, há uma reclamação exaustiva de como os casais se perdem em suas relações. Pode-se dizer que este é um fato relevante, perdeu-se a capacidade de perceber o outro. Às vezes, cada um está tão envolvido em seu mundo particular que não percebe às necessidades do mundo alheio. E assim são com amigos, ou familiares, ou com pessoas próximas que resolveram tirar suas vidas..."Em que momento eu deixei de percebê-lo?" Estamos tão envolvidos em nossos mundinhos particulares que fugiu o momento de um outro mundo tão próximo e ao mesmo tempo tão distante.

EVENTO EM BRASÍLIA!

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Amor, paixão e solidão

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P arece que o mau da humanidade atualmente é a busca incessante pelo outro. Como diria a bossa nova: “ Fundamental é mesmo o amor, é impossível ser feliz sozinho.”Há uma incapacidade absoluta e generalizada de “estar só”. Há correntes fortíssimas que culpam os contos de fadas por inserir, desde a infância, a necessidade de uma outra pessoa que nos complete e faça-nos feliz. Ou seja, sozinhos não somos ninguém. Mas será que a culpa é mesmo dos contos de fadas? Será que o ser humano já não nasce com esta sensação de incompletude? Esta insatisfação eterna que nos obriga a buscar alguém ou algo que nos preencha? A busca do novo, a teoria da agregação, apreciação do diferente, a extensão do ser. Seja lá o que for, temos esta sensação de que ser sozinho não basta. Existe sim, no romântico, a ideia da fusão, como dois se transformando em um. Há toda uma critica em cima disso, mas adquirem-se, sim, os hábitos dos que estão ali no mesmo ambiente diariamente. Há toda uma troca dentro deste ...